Um novo estudo publicado na Nature Microbiology sugere que componentes do microbioma intestinal podem estar associados ao transtorno do espectro autista (TEA).
A pesquisa, que analisou amostras fecais de 1.627 crianças na China, identificou alterações significativas em 31 microrganismos. Utilizando aprendizado de máquina, os cientistas criaram um modelo que diagnosticou TEA com 82% de precisão.
Apesar das limitações e necessidade de mais estudos, as descobertas podem revolucionar a forma como o autismo é diagnosticado e tratado.