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Pesquisas recentes indicam que a permanência no espaço pode provocar alterações no formato do cérebro humano. Um estudo divulgado pela revista científica Proceedings of the National Academy of Sciences aponta que a ausência da gravidade faz com que o cérebro se desloque para cima, além de sofrer estiramentos e compressões em algumas regiões.
A análise comparou exames de imagem de astronautas antes e depois de missões espaciais com dados de voluntários submetidos a simulações em solo. Os resultados mostraram mudanças mais intensas em quem passou longos períodos fora da Terra, afetando áreas ligadas ao controle dos movimentos, equilíbrio e coordenação.
Segundo os pesquisadores da Universidade da Flórida, parte dessas alterações tende a diminuir meses após o retorno ao planeta. No entanto, os dados reforçam a necessidade de novos estudos para garantir a segurança de futuras missões de longa duração, como viagens a Marte.




