
Produtos vendidos no país precisarão seguir novas exigências para usar o nome “chocolate” nas embalagens. A legislação passa a exigir pelo menos 35% de sólidos de cacau na composição, acima dos 25% permitidos atualmente. As mudanças começam a valer em um ano.
A norma também estabelece critérios inéditos para categorias como chocolate ao leite, branco e em pó, além de produtos sabor chocolate. A intenção é impedir que itens com baixa quantidade de cacau sejam apresentados ao consumidor como chocolate tradicional.
Com o aumento no preço do cacau nos últimos anos, empresas já vinham ampliando a venda de versões alternativas com menos do ingrediente. A nova regra busca trazer mais clareza nas informações dos produtos.

