
Um estudo publicado na revista científica Nutrients apontou que o modelo estatístico utilizado para definir a ingestão diária recomendada de vitamina D pode ter subestimado a quantidade necessária para parte da população. Segundo os pesquisadores, a correção do cálculo indica que uma dose maior poderia ser necessária para que 97,5% das pessoas alcancem níveis sanguíneos considerados adequados.
Os autores ressaltam, porém, que os resultados não significam que todos devam aumentar a suplementação. A necessidade de vitamina D varia conforme fatores como níveis séricos, exposição ao sol, peso, composição corporal, uso de medicamentos e condições clínicas, reforçando a importância da avaliação individual por um profissional de saúde.

