
Pesquisadores da Universidade de Stanford, nos Estados Unidos, analisaram diferenças no cérebro de diversas espécies para investigar como a evolução pode estar relacionada à frequência do autismo em humanos. O trabalho foi publicado na revista Molecular Biology.
A pesquisa se concentrou nos neurônios L2/3 IT, encontrados nas camadas externas do córtex cerebral, região ligada a funções como linguagem, memória, raciocínio e resolução de problemas. Os resultados ajudam a investigar possíveis relações entre características da evolução cerebral humana e o autismo, mas não estabelecem que a evolução seja uma causa direta da condição.

