
A Sociedade Brasileira de Pediatria atualizou em 2026 suas orientações sobre o uso de telas por crianças e reforçou a importância de preservar atividades essenciais ao desenvolvimento. Brincadeiras, conversas, movimento e interação social contribuem para habilidades como linguagem e autorregulação nos primeiros anos de vida.
Na idade escolar, o uso planejado da tecnologia pode apoiar o aprendizado, mas a exposição recreativa excessiva está associada a problemas como pior qualidade do sono, sedentarismo e sintomas de ansiedade. A OMS recomenda evitar telas antes dos 2 anos e limitar o uso a até uma hora diária entre 2 e 5 anos, priorizando atividades físicas e interação no mundo real.

