
Um equipamento desenvolvido na Universidade de São Paulo foi utilizado na missão
Artemis II, marcando a presença da ciência brasileira na exploração espacial. O
Actígrafo foi criado para monitorar dados dos astronautas em ambientes extremos,
como o espaço.
O dispositivo registra informações sobre sono, movimentação corporal e exposição à
luz, ajudando a entender como o organismo humano reage fora da Terra e
contribuindo para a segurança das equipes.
A tecnologia também pode ser aplicada em estudos sobre saúde pública,
especialmente na qualidade do sono. A iniciativa reforça o potencial do Brasil em
pesquisas internacionais, apesar dos desafios relacionados a investimentos no setor.

