Novo tratamento amplia opções contra o Alzheimer inicial
Anvisa aprova Leqembi para casos iniciais de Alzheimer. Estudos mostram redução no ritmo de progressão dos sintomas.
Anvisa aprova Leqembi para casos iniciais de Alzheimer. Estudos mostram redução no ritmo de progressão dos sintomas.
Cientistas descobriram que caminhar a partir de 3 mil passos diários pode atrasar os efeitos do Alzheimer. A atividade física leve ajuda a proteger o cérebro e retardar o declínio cognitivo.
Composto do alecrim melhora memória e reduz danos cerebrais em testes com Alzheimer. Cientistas apontam potencial para uso em outras doenças inflamatórias.
Kisunla é aprovado no Brasil para tratar Alzheimer leve, atuando na redução de placas cerebrais. Pacientes com certas condições devem evitar seu uso.
Cientistas descobriram que o musaranho eurasiano, para sobreviver às condições rigorosas do inverno, encolhe até 18% de seu cérebro. Esse fenômeno, conhecido como “fenômeno de Dehnel”, ocorre devido a uma diminuição nos órgãos mais energeticamente exigentes, como o cérebro. A pesquisa recente identificou genes específicos responsáveis por essa adaptação, que podem fornecer insights sobre doenças […]
O Instituto Não Me Esqueças promove uma palestra gratuita sobre a atuação multiprofissional no cuidado de pessoas com demência, amanhã (6), às 14h15, na AML Cultural, em Londrina. O evento discutirá a abordagem biopsicossocial, que considera fatores biológicos, psicológicos e sociais no cuidado integral. Além disso, o instituto oferece um curso gratuito para cuidadores familiares, […]
A prática de ciclismo pode, no futuro, auxiliar no tratamento de doenças neurodegenerativas como Parkinson e Alzheimer
A demência é um termo genérico para uma série de síndromes que causam deterioração na memória, raciocínio e comportamento. O Alzheimer é a forma mais comum de demência, responsável por 60% a 80% dos casos, caracterizada principalmente por perda de memória e confusão temporal. Outras formas de demência incluem a demência vascular, que resulta de […]
A privação de sono afeta negativamente a conectividade cerebral, comprometendo a aprendizagem e regulação emocional.
A legislação orienta redes de saúde sobre doenças cognitivas, exige registro no SUS e promove tratamentos.